Irmão X no livro Pontos e Contos, através da psicografia de Francisco Candido Xavier, nos relata a história onde Tiago e Matias, que havia substituído Judas após seu suicídio, estavam caminhando para Betânia e começam a falar mal de Judas. Irmão X no livro Pontos e Contos, através da psicografia de Francisco Candido Xavier, nos relata a história onde Tiago e Matias, que havia substituído Judas após seu suicídio, estavam caminhando para Betânia e começam a falar mal de Judas. Já estavam quase condenando Judas a uma nova pena, quando se aproxima Jesus, que já havia desencarnado. Eles se ajoelham e perguntam se deveriam voltar a Jerusalém para receber sua vontade? Respondeu o Cristo, doce e firmemente – não vou agora; sigo em missão de auxílio a Judas.

Nessa noite Tiago anotou, em lágrimas, suas famosas considerações sobre a língua humana... “E a língua é uma chama de fogo. Está cheia de maldade e envenena todos os membros do corpo. E é o próprio inferno que ateia fogo à língua, que pode transformar toda a nossa vida numa chama ardente de destruição e desastre. Os homens têm domesticado, ou podem domesticar qualquer espécie de animal ou ave que tem vida, e qualquer espécie de serpente e de peixe, mas nenhum ser humano pode domar a língua. Ela está sempre pronta a expelir seu veneno mortífero. Umas vezes, a língua dá louvores ao nosso Pai Celestial, e outras ela rompe em maldições contra os homens que são feitos à semelhança de Deus. E assim a bênção e a maldição vêm brotando da mesma boca. Queridos irmãos, é evidente que isso não está certo! Uma fonte d’água jorra água doce e depois amarga? Podem-se colher azeitonas de uma figueira, ou figos de uma parreira? Não, e não se pode tampouco tirar água doce de um poço salgado.” TIAGO CAP. 3, 6-12.

Alguém em sua família, sem dizer o porquê, de repente, alguém pára de frequentar os eventos familiares, pára de telefonar nos aniversários, deixa de convidar este ou aquele parente para as suas próprias festas, vai se afastando,... a vítima da fofoca some. Não comparece mais aos encontros. Ela não toma satisfação com o outro lado. "Raramente nós vamos até quem falou mal de nós para (re)construir o entendimento. Ficamos magoados e... só." O fofoqueiro conseguiu: criou a desunião. Nas Casas Espíritas e em outras instituições que frequentamos “uma das estratégias dos obsessores é torcer a verdade. Afirmam que está errado justamente o que está certo, com a finalidade de levantar dúvidas.” E desta maneira atrapalham o trabalho e as pessoas menos avisadas são as vítimas destes. Muitas vezes pelo orgulho ou pelo personalismo, nos deixamos levar, começamos uma conversa falando de Deus e dali a pouco estamos falando do outro. Chico nos alertava: “Devemos efetuar campanhas de silêncio contra as chamadas fofocas, cultivando orações e pensamentos caridosos e otimistas, em favor da nossa união e da nossa paz, em geral."

Precisamos, perante a fofoca, lembrar de Sócrates, que muito antes de Cristo já nos ensinava as três regras que deveríamos seguir antes de falar sobre alguém: 1ª É Verdade o que vamos falar, com certeza absoluta? 2ª É Bondade, gostaríamos que os outros dissessem a nosso respeito o mesmo? 3ª É a Necessidade, é importante ou necessário falar sobre este fato? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa? “Nós devemos evitar o mal sempre, não devemos dizer uma palavra que seja má. Nós devemos ser a Parada Terminal da Fofoca”, nos falava Chico Xavier.

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Alan Diniz SouzaLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Quisque commodo mattis urna ac dapibus. Aliquam vitae tortor tristique, fermentum sapien vitae, tempus urna. Morbi fringilla nec lectus vel aliquam. Nulla facilisi. Orci varius natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Quisque eu egestas quam. Aenean porttitor rhoncus enim. Quisque tincidunt posuere sapien.